I Fórum da Internet no Brasil
O I Fórum da Internet no Brasil, promovido pelo Comitê Gestor da Internet, visa reunir representantes da comunidade acadêmica, do terceiro setor, do segmento empresarial e do governo para discutir os desafios atuais e futuros da Internet.
Obedecendo seu modelo multissetorial de governança da Internet, o CGI.br pretende com isso, incentivar que os principais representantes destes setores acompanhem e opinem sobre os temas e questões mais relevantes para a consolidação e expansão da Internet no Brasil.
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Pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil
TIC LANHOUSE -2010
Sobre o CETIC.BR Foi criado em 2005, o <span style="font-family:" calibri","sans-serif";times="" new="" roman";"="">Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) é o departamento do NIC.br responsável pela coordenação e publicação de pesquisas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil. Esses estudos são referência para a elaboração de políticas públicas que garantam o acesso da população às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs), assim como para monitorar e avaliar o impacto socioeconômico das TICs.
Desta forma saiu a 1º Edição da Pesquisa TIC Lanhouses 2010, na qual apresentou os indicadores e estatísticas em um panorama geral
Os principais destaques dos resultados desta primeira edição apuraram o seguinte:
· Lanhouses como negócio familiar
· A importância de atividades comerciais complementares
- · Oferta qualificada de serviços
- · Quantidade de computadores
- · Velocidade de conexão
- · Tipo de sistema operacional utilizado
- · Tempo de funcionamento
- · Perfil do gestor das lanhouses
Que leituras deveram fazer com esse relatório:
1. Desde que começou a ser feito a pesquisa em 2005 pelo CGI.br, as lanhouses apontaram ser um importante local de uso de rede mundial de computadores.
2. As lanhouses se desenvolveram nos locais onde a população é mais carente de acesso e infraestrutura da internet.
3. Na área Rural, as lanhouses são extremamente importantes, face ao comparativo com centros urbanos.
4. A presença das lanhouses em locais de expressiva população desfavorável atribui aos estabelecimentos um potencial transformador, pois elas oferecem uma gama de serviços importantes que ate o momento estavam impossibilitadas de utilizá-las.
5. Podem levar cultura para o pais no qual mais de 90% dos municípios não possuem sequer uma sala de cinema e mais de duas mil cidades não tem bibliotecas, segundo o Ministério da Cultura¹. Por fim as Lanhouse podem oferecer educação digital, por meio de cursos de informática.
6. Essas empresas, as pessoas que provem esse fenômeno, quais são as oportunidades e desafios do setor e o papel que cumprem na comunidade onde atuam.
O que foi identificado como Modelo de Negocio através desta pesquisa é que o perfil dos centros publico não governamental de acesso à Internet, as lanhouses, é em 80% dos casos familiar, 97% destes possuem até 3 funcionários, e ilustram como microempresas com algum grau de formalização (49%), alem de pagar impostos.
O interessante nesta pesquisa foi por região, por valores cobrados por acesso e crescimento do modelo de negocio.
Desafios para as lanhouses no Brasil
Esse relatório aponta o seguinte:
1. Questão legal – a atividade comercial das lanhouses está amplamente pautada na informalidade, fator que favorece a adoção de softwares piratas e limita o potencial de investimento e acesso a linhas de crédito.
2. Serviços diferenciados – e até inovadoras, considerado a oportunidade de ofertar qualidade de serviço de maior valor agregado. (exemplo Conexão Cultura).
3. Modelo de Gestão praticado nas lanhouses – capacitação, profissionalização dos microempresários e garantir a gestão das Lanhouses.
Desta forma o cenário aponta para um período critico, e as oportunidades permitem que se avaliem o caminho a ser traçado.
Novamente este estudo vem reforçar os desafios do setor, e só unidos poderemos mudar a imagem do segmento perante a Sociedade, Governo, e assim alinhar e adotar medidas para nortear o futuro dos Centros de Inclusão Digital.
Esta publicação está disponível na integra em formato digital em www.cetic.br
